11/02/2009

W. Y. S.



...e outra vez no interior do labirinto, cun medo que estreita as paredes e inunda de veleno os cristais do chan.
Intento entender por qué vou contra min, pero só consigo alimentar a paranoia; bifurcar o camiño de volta...

08/02/2009

O noveno Füriercan



Porque todo comezou aí; entre as reixas de Hurrican.
Cando a nosa inocencia aínda soñaba coa LIBERDADE.

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e despois de nove invernos, unha frase non conseguirá asustarme...
Así que continúa a operación: antro, noite, farola, portal, sombreiro, xustiza, Rubin Carter, descapotable...

28/01/2009

"dans le port d'Amsterdam"



“A viagem não acaba nunca. Só os viajantes acabam. E mesmo estes podem prolongar-se em memória, em lembrança, em narrativa.
...
O fim duma viagem é apenas o começo doutra.. É preciso voltar aos passos que foram dados, para os repetir, e para traçar caminhos novos ao lado deles. É preciso recomeçar a viagem. Sempre.”
(Saramago)


Tiñas razón. Todos somos libres de esnafrarnos.

24/01/2009

- DARDOS -




"Com o Prémio Dardos reconhecem-se os valores que cada blogger, emprega ao transmitir valores culturais, éticos, literários, pessoais, etc., que, em suma, demonstram sua criatividade através do pensamento vivo que está e permanece intacto entre suas letras, entre suas palavras. Esses selos foram criados com a intenção de promover a confraternização entre os bloggers, uma forma de demonstrar carinho e reconhecimento por um trabalho que agregue valor à Web"
Todas as grazas do mundo para o Santo-máis-evolucionado que un ser humano pode coñecer.
E ameazo co meu dardo de tinta a:

Promontorium Nerium, por escribir a historia dos confíns da nosa patria.
Como las flores bajo la nieve, por sepultar os versos máis fermosos.
de medievalismo y otras aventuras, por Emiliano Zapata.

10/01/2009

The end


"The blue bus is calling us
The blue bus is calling us
Driver, where are you taking us?"
Erixiremos dentro o noso campanario, a nosa trincheira de grilos despistados...
E volverás apuntarme coa túa Walitherk 366...Pero desta vez, a min non me sangrarán os beizos e o derradeiro verso daquela canción soportará todas as verdades, incluída a verdade prohibida, a máis perigosa de todas.
Porque cando os freos do bus nos fagan espertar...
xa non estaremos vivos.